Hoje, finalmente, conseguimos nos reunir na casa da Patricia - Lili, Guilherme e eu - para montarmos o blog do casamento da Isa e do Osmar.
Ajustes estão sendo feitos, ainda faltam informações de montão, mas o jeitão, a cara está ali.
Adorei a foto que realmente dá a noção da cumplicidade do casal e do bom astral em que estão neste momento.
O Gui deu milhões de idéias, muito criativas até para o evento do casamento, a Lili não tem igual - é uma facilidade só para resolver tudo no "fotoshop"- na diagramação, a Patricia super criteriosa com a estética, com as cores e eu dou meus palpites.
O legal é que no fim todos estamos envolvidos em colaborar para tornar esse momento "Casamento na Ilha" especial.
Segue o blog (ainda em criação) http://ocasamentonailha.blogspot.com/
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Explicando
A data da postagem anterior não está errada. Para ver como as coisas acontecem quando tem que acontecer, há exatos 1 mês(em Abril) eu tinha escrito tudo isso no meu "Word". Obrigada Lili e obrigada Isa que me deram o empurrão que faltava para o início dessa novidade.
Descobrindo e experimentando
São Paulo, 19 de abril de 2009.
Há dias tenho pensado em escrever. Deu uma vontade louca de colocar numa folha em branco sentimentos que estão aqui há tempos.
Nada de tão importante, mas reflexões que às vezes eu faço e se perdem em minha mente. Mais que reflexões, são fatos do cotidiano que gostaria de registrar. Eu nunca tive um diário porque sempre achei demais me expor todos os dias. Nunca procurei uma analista, terapeuta ou algo semelhante, por achar que meus problemas eram demasiadamente pequenos para os outros terem que me ajudar a resolver. Veja bem: eu não disse não ter problemas, dúvidas, incertezas, insatisfações... só que por pura presunção, acho eu, sentia ser capaz de me avaliar e chegar a alguma conclusão, estivesse ela certa ou errada, coerente ou enganada. Que eu me lembre, acho que sempre fui assim sentimentalmente auto suficiente. Talvez esse seja meu escudo. Digamos que a fase para minha aceitação já passou , mas tenho certeza que minha criação colaborou para a minha independência emocional há muito tempo. Com isso eu amadureci sendo capaz de tomar perspectiva e avaliar o que realmente estava sentindo – raiva, inveja, dor, alegria, dúvida, amor, compaixão... Errei um monte de vezes, me confundi, mas a tentativa e erro servem para o bom aprendiz.
Eu não sei que vulcão é esse que está trabalhando aqui dentro no momento. Sei que a vontade de deixar fluir veio incontrolável e preciso aproveitar. Todo homem deve ter um filho(tenho 3 lindos), plantar uma árvore (plantei mais que isso) e escrever um livro (não publicar um livro). Isso é o que penso em fazer no momento. Antigamente ouvia as pessoas dizerem ter essa vontade e não compreendia. Estas últimas semanas, essa idéia não sai da minha cabeça. Não tenho a pretensão de ensinar nada a ninguém, mas falar de mim pode me ajudar e ajudar a alguém. Vendo o que acontece hoje na internet, todos os eventos de relacionamentos que surgem a cada dia, fica sem sentido achar que sua experiência em qualquer coisa que seja, é determinante para alguém. Tudo é tão rápido, urgente e mutável hoje em dia, que até assusta.
Não sei onde essa experiência vai me levar, mas estou gostando da novidade.
Há dias tenho pensado em escrever. Deu uma vontade louca de colocar numa folha em branco sentimentos que estão aqui há tempos.
Nada de tão importante, mas reflexões que às vezes eu faço e se perdem em minha mente. Mais que reflexões, são fatos do cotidiano que gostaria de registrar. Eu nunca tive um diário porque sempre achei demais me expor todos os dias. Nunca procurei uma analista, terapeuta ou algo semelhante, por achar que meus problemas eram demasiadamente pequenos para os outros terem que me ajudar a resolver. Veja bem: eu não disse não ter problemas, dúvidas, incertezas, insatisfações... só que por pura presunção, acho eu, sentia ser capaz de me avaliar e chegar a alguma conclusão, estivesse ela certa ou errada, coerente ou enganada. Que eu me lembre, acho que sempre fui assim sentimentalmente auto suficiente. Talvez esse seja meu escudo. Digamos que a fase para minha aceitação já passou , mas tenho certeza que minha criação colaborou para a minha independência emocional há muito tempo. Com isso eu amadureci sendo capaz de tomar perspectiva e avaliar o que realmente estava sentindo – raiva, inveja, dor, alegria, dúvida, amor, compaixão... Errei um monte de vezes, me confundi, mas a tentativa e erro servem para o bom aprendiz.
Eu não sei que vulcão é esse que está trabalhando aqui dentro no momento. Sei que a vontade de deixar fluir veio incontrolável e preciso aproveitar. Todo homem deve ter um filho(tenho 3 lindos), plantar uma árvore (plantei mais que isso) e escrever um livro (não publicar um livro). Isso é o que penso em fazer no momento. Antigamente ouvia as pessoas dizerem ter essa vontade e não compreendia. Estas últimas semanas, essa idéia não sai da minha cabeça. Não tenho a pretensão de ensinar nada a ninguém, mas falar de mim pode me ajudar e ajudar a alguém. Vendo o que acontece hoje na internet, todos os eventos de relacionamentos que surgem a cada dia, fica sem sentido achar que sua experiência em qualquer coisa que seja, é determinante para alguém. Tudo é tão rápido, urgente e mutável hoje em dia, que até assusta.
Não sei onde essa experiência vai me levar, mas estou gostando da novidade.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Inaugurando meu blog
Hoje por acaso, dando uma informação para uma querida amiga que irá casar (Isa com Osmar), sugeri a ela que utilizasse um blog para se comunicar com seus convidados.Acabei fazendo este para mim, coisa que desejava há um bom tempo e ia adiando.
Pois estou aqui!!!!!!
Benvindos e espero que seja uma experiência interessante.
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