Ontem foi engraçado.
Dia 18 de de dezembro é SEMPRE o aniversário de minha amiga Isa (aquela que me fez iniciar este blog!). Mas ao invés de eu ligar para cumprimentá-la ela me ligou para me agradecer pelo cumprimento. Diz o Luiz : tá ficando doida essa Isa! Não acho. Sempre se pode esperar tudo da Isa. Achei o máximo ela fazer assim. Eu, em anos mesmo ela morando nos States, sempre lembrei e a cumprimentei pelo niver. Hoje ela só me poupou de olhar para o "bolinho" de marcação do celular e discar.
Adorei!!!!
Amigos são um bem precioso!!!
Após um dia agitado, tive o prazer de encontrar e falar com alguns deles hoje que sempre são capazes de me deixar feliz.
Este ano foi nesse aspecto especial. Vi e reencontrei amigos a algum tempo afastados mas não esquecidos. Delícia de reencontros. Durante todo o ano: por razões tristes revi parentes e amigos há muito tempo sem contato, por meio do Facebook achei pessoas que foram muito importantes em minha vida e por conta de meus filhos encontrei e adquiri novos amigos que com certeza farão enriquecer minha história. Nosso tesouro não se mede em peso nem em brilho, mas em intensidade e preenchimento.
Terminei meu dia cansada (já é muito tarde) mas com certeza mais feliz do que acordei.
E mais feliz ainda porque o Caio comemora agora com seus amigos numa "festa de despedida" o começo de mais uma fase. Logo estará longe desses para a conquista de novos e continuará um ciclo importante que só daqui alguns anos poderá dar a ele a dimensão do que eu tenho agora: os amigos tem mesmo, cada um, o seu valor.
bolandoblog
domingo, 19 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Final de Ano 2010
Estou chegando ao final deste ano um pouco melancólica. Normalmente não sou assim, mas levando em conta todos os ocorridos deste ano não é de se estranhar.
Sempre adorei as festas de final de Ano. Como boa canceriana que sou, me dá muito prazer trocar gentilezas, boas energias e carinho com amigos e pessoas da família.
Só que este ano, pela primeira vez, senti o peso do tempo na alma. O tempo que nos impulsiona desde pequenos a crescer e acumular experiências que nos servirão no futuro: sinto que estou no meu futuro.
Despois da perda de minha mãe precisei retomar uma vida que havia estado paralizada por um pouquinho e planejar o que viria pela frente sem ela. Minha mãe sempre foi alguém adiante do seu tempo e isso foi durante muito tempo uma referência para mim. Agora é como se eu não encontrasse mais esse ponto ali adiante para me orientar e passasse a ocupar esse posto. A responsabilidade aumentou.
A melancolia vem também do fato de ver os filhos crescendo e este ano ver um filho mais uma vez seguindo seu rumo. Todos estão fazendo o esperado, mas ainda assim nos surpreendemos com o sentimento egoísta de tê-los sempre por perto debaixo de nossas asas.
Não sei o que será de meu futuro (presente), mas sei que para eles sempre serei a luz orientadora como foi minha mãe para mim. Por isso devo me fortalecer, rezar, continuar com meus amigos e família.
Que meu futuro seja longo e ainda de muito aprendizado.
Sempre adorei as festas de final de Ano. Como boa canceriana que sou, me dá muito prazer trocar gentilezas, boas energias e carinho com amigos e pessoas da família.
Só que este ano, pela primeira vez, senti o peso do tempo na alma. O tempo que nos impulsiona desde pequenos a crescer e acumular experiências que nos servirão no futuro: sinto que estou no meu futuro.
Despois da perda de minha mãe precisei retomar uma vida que havia estado paralizada por um pouquinho e planejar o que viria pela frente sem ela. Minha mãe sempre foi alguém adiante do seu tempo e isso foi durante muito tempo uma referência para mim. Agora é como se eu não encontrasse mais esse ponto ali adiante para me orientar e passasse a ocupar esse posto. A responsabilidade aumentou.
A melancolia vem também do fato de ver os filhos crescendo e este ano ver um filho mais uma vez seguindo seu rumo. Todos estão fazendo o esperado, mas ainda assim nos surpreendemos com o sentimento egoísta de tê-los sempre por perto debaixo de nossas asas.
Não sei o que será de meu futuro (presente), mas sei que para eles sempre serei a luz orientadora como foi minha mãe para mim. Por isso devo me fortalecer, rezar, continuar com meus amigos e família.
Que meu futuro seja longo e ainda de muito aprendizado.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
ComemorANDO
Ainda não esgotei minha Felicidade com esse amor comemorado.
Foram dias suaves, despreocupados e iluminados.
E são tantas as razões para isso que fica difícil digerir.
Sair da rotina é muito bom, mas quando se tem filhos, deixar a cabeça e o coração longe deles é impossível. A nossa atenção permaneceu aqui, mas com a ajuda e o apoio de pessoas queridas tudo fica mais fácil.
Mas o mais importante foi contar com a cooperação deles, meus filhos.
Não posso deixar de reconhecer que nós, pais, temos uma parcela nisso tudo, mas não fossem os filhos que temos, não seríamos o casal que somos - e vice-versa.
Se tem algo que agradeço a cada dia que acordo é a benção de tê-los comigo.
Nós fizemos a opção de ter filhos mas não tinhamos consciência do quanto isso traria para nossa vida. Sempre que pensávamos nisso, imaginávamos o quanto teríamos que dar a eles com atenção e carinho, cuidados e educação. Mas a verdade é que são eles os responsáveis pelo nosso crescimento em todos os aspectos. Nos apresentam um mundo novo a cada dia e nunca deixaremos de amá-los. O nosso amor, meu e do Luiz, proporcionou isso.
Sinto que estou em estado de graça.
Ainda por cima, o livro que me acompanhou nesta viagem foi "A Cabana" de William P. Young. Estou seguindo a indicação do "The Missy Project" e divulgando o livro. Seja a pessoa religiosa ou não (o livro não levanta bandeiras), é impossível não se comover e parar para pensar e avaliar o que lemos ali.
Meu pai já havia feito essa indicação, mas não imaginava o quão profundamente ele iria me tocar.
Pensei em toda a minha vida e como fui educada para ser como sou e em como tenho procurado educar meus filhos. É como quando vi "O Segredo": inconscientemente já fazíamos um monte de coisas que indicavam ali. Com a cabana, seguiu o mesmo.
Mas o mais legal é que veio confirmar a minha postura perante os assuntos divinos. Não vou entrar aqui em comentários, pois continuo achando que religião não se discute mas se vive. Só posso dizer que algo que aprendi há muito tempo, ainda na adolescência, num encontro de jovens, me veio à mente com toda a força: a casa de Deus somos nós mesmos, Ele está em nós e nós estamos sempre com Ele.
Por tudo isso, estou ainda comemorando. E sendo quem sou, penso que irei comemorar sempre, porque não é do meu feitio me lamentar. Vou seguir agradecendo sempre.
Foram dias suaves, despreocupados e iluminados.
E são tantas as razões para isso que fica difícil digerir.
Sair da rotina é muito bom, mas quando se tem filhos, deixar a cabeça e o coração longe deles é impossível. A nossa atenção permaneceu aqui, mas com a ajuda e o apoio de pessoas queridas tudo fica mais fácil.
Mas o mais importante foi contar com a cooperação deles, meus filhos.
Não posso deixar de reconhecer que nós, pais, temos uma parcela nisso tudo, mas não fossem os filhos que temos, não seríamos o casal que somos - e vice-versa.
Se tem algo que agradeço a cada dia que acordo é a benção de tê-los comigo.
Nós fizemos a opção de ter filhos mas não tinhamos consciência do quanto isso traria para nossa vida. Sempre que pensávamos nisso, imaginávamos o quanto teríamos que dar a eles com atenção e carinho, cuidados e educação. Mas a verdade é que são eles os responsáveis pelo nosso crescimento em todos os aspectos. Nos apresentam um mundo novo a cada dia e nunca deixaremos de amá-los. O nosso amor, meu e do Luiz, proporcionou isso.
Sinto que estou em estado de graça.
Ainda por cima, o livro que me acompanhou nesta viagem foi "A Cabana" de William P. Young. Estou seguindo a indicação do "The Missy Project" e divulgando o livro. Seja a pessoa religiosa ou não (o livro não levanta bandeiras), é impossível não se comover e parar para pensar e avaliar o que lemos ali.
Meu pai já havia feito essa indicação, mas não imaginava o quão profundamente ele iria me tocar.
Pensei em toda a minha vida e como fui educada para ser como sou e em como tenho procurado educar meus filhos. É como quando vi "O Segredo": inconscientemente já fazíamos um monte de coisas que indicavam ali. Com a cabana, seguiu o mesmo.
Mas o mais legal é que veio confirmar a minha postura perante os assuntos divinos. Não vou entrar aqui em comentários, pois continuo achando que religião não se discute mas se vive. Só posso dizer que algo que aprendi há muito tempo, ainda na adolescência, num encontro de jovens, me veio à mente com toda a força: a casa de Deus somos nós mesmos, Ele está em nós e nós estamos sempre com Ele.
Por tudo isso, estou ainda comemorando. E sendo quem sou, penso que irei comemorar sempre, porque não é do meu feitio me lamentar. Vou seguir agradecendo sempre.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Comemorar
Estive muito desligada do blog esses tempos. Era como se escrever fosse uma alegria que vinha tentando guardar, esconder. Não revelar nada por um tempo ainda fazia parte do meu momento, do meu silêncio, daquele hiato necessário (do qual não gosto da palavra). Mas o tempo, sempre o tempo.... Estou aqui de novo.
Após um inferninho astral legal!!!!!(rsrsrs), só restaram os momentos deliciosos dos últimos dias.
Além do meu aniversário que comemorei discretamente, mas com muito entusiasmo, pois afinal estou por aqui e muito bem de saúde, obrigada, comemoramos nosso aniversário de casamento.
Foi um momento especial, uma semana especial e mais, uma vida repassada em flashes, especial.
Tudo bem que foi num lugar maravilhoso, mas que fosse onde fosse, o sentimento que nos invadiu esses dias é algo que sabemos estar ali em qualquer situação. Esse é o valor de um relacionamento.
Como dizia minha mãe, não devemos fazer muita publicidade de nossa vida a dois (atrai mau olhado, dizia ela), mas o que vou dizer para aqueles que convivem comigo (família e amigos) não é novidade: eu sigo amando o Luiz.
São 25 anos de casamento, mas não de amor.(vou explicar)
Amor foi algo construído, foi trabalhado, foi sendo vivido e preparado para o agora.
Amor é a palavra de preenchimento de uma relação, mas o seu cortorno tem que ser feito todo dia. Existem momentos onde o tracejado aparece e pensamos que não seremos capazes de seguir pela linha. De repente, repensamos tudo, remexemos nisso, naquilo, nos reposicionamos e conseguimos seguir com o traçado. E de acordo com cada relação (e a minha parece se enquadrar nesse caso) o preenchimento vai ganhando espaço...se tornando maior, e maior, e maior e quando pensamos não ter mais como aumentar, a linha do contorno segue se abrindo.
O "amor" não se encerra em si. Ele é parte de um conjunto de sentimentos que só com o tempo, só com a experiência, conseguimos compreender. E o bonito e comovente de uma relação duradoura é saber que ele não é imutável: ele é, simplesmente é, quando tem que ser. Ele está sem você se esforçar para perceber.
Eu quero seguir amando sempre e sempre. Não quero que meu amor se encerre.
Quero sim dizer "eu te amo" mas naquele "agora" que a nós dois pertence.
Enquanto isso, sigo eu "arquitetando" nosso amor e o Luiz manipulando a "química" capaz de mantê-lo vivo e fresco.
Formamos uma bela dupla.
Após um inferninho astral legal!!!!!(rsrsrs), só restaram os momentos deliciosos dos últimos dias.
Além do meu aniversário que comemorei discretamente, mas com muito entusiasmo, pois afinal estou por aqui e muito bem de saúde, obrigada, comemoramos nosso aniversário de casamento.
Foi um momento especial, uma semana especial e mais, uma vida repassada em flashes, especial.
Tudo bem que foi num lugar maravilhoso, mas que fosse onde fosse, o sentimento que nos invadiu esses dias é algo que sabemos estar ali em qualquer situação. Esse é o valor de um relacionamento.
Como dizia minha mãe, não devemos fazer muita publicidade de nossa vida a dois (atrai mau olhado, dizia ela), mas o que vou dizer para aqueles que convivem comigo (família e amigos) não é novidade: eu sigo amando o Luiz.
São 25 anos de casamento, mas não de amor.(vou explicar)
Amor foi algo construído, foi trabalhado, foi sendo vivido e preparado para o agora.
Amor é a palavra de preenchimento de uma relação, mas o seu cortorno tem que ser feito todo dia. Existem momentos onde o tracejado aparece e pensamos que não seremos capazes de seguir pela linha. De repente, repensamos tudo, remexemos nisso, naquilo, nos reposicionamos e conseguimos seguir com o traçado. E de acordo com cada relação (e a minha parece se enquadrar nesse caso) o preenchimento vai ganhando espaço...se tornando maior, e maior, e maior e quando pensamos não ter mais como aumentar, a linha do contorno segue se abrindo.
O "amor" não se encerra em si. Ele é parte de um conjunto de sentimentos que só com o tempo, só com a experiência, conseguimos compreender. E o bonito e comovente de uma relação duradoura é saber que ele não é imutável: ele é, simplesmente é, quando tem que ser. Ele está sem você se esforçar para perceber.
Eu quero seguir amando sempre e sempre. Não quero que meu amor se encerre.
Quero sim dizer "eu te amo" mas naquele "agora" que a nós dois pertence.
Enquanto isso, sigo eu "arquitetando" nosso amor e o Luiz manipulando a "química" capaz de mantê-lo vivo e fresco.
Formamos uma bela dupla.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dias de sentir
Após um período que chamamos de "luto" (porque um nome é necessário, mas eu não gosto desse), segui sem pensar por esses dias.
Esses eram dias de sentir.
Sentir a memória, sentir o tempo, sentir alívio, sentir pesar, sentir saudade.
Fui sentir lá em Natal (RN).
Bom né, poder ir sentir lá longe, sair da rotina, desta longa caminhada, mudar de ares.
Fui com a família: marido, filhos (Amanda e Julio), meu pai e minha irmã. Todos precisavam deste tempo para se encontrar sem a mesma motivação dos últimos meses. A razão maior foi curtir o sol, a água maravilhosa do mar, da piscina e da chuva que lavou nossa alma. Estar ali sem compromisso, sem amarras, sem culpa, foi muito bom.
Amei as dunas, onde se tem a nítida sensação da nossa pequinês perto das maravilhas de Deus e amei o meu banho de descarrego: faziam mais de 12 meses que não entrava no mar (acho que nunca tinha ficado tanto tempo longe dele).
Retornar foi difícil. Eu não nasci para o frio: lá estava uma delícia de temperatura com a brisa te abraçando, fazendo carinho....
Depois, que mês de Junho é loucura: um evento atrás do outro.
E a verdade é que a saudade permanece - e permanecerá sempre - e é duro pensar em alguém que você tem certeza não verá mais. O tempo cura, mas enquanto isso...dói.
Vamos seguir.
Esses eram dias de sentir.
Sentir a memória, sentir o tempo, sentir alívio, sentir pesar, sentir saudade.
Fui sentir lá em Natal (RN).
Bom né, poder ir sentir lá longe, sair da rotina, desta longa caminhada, mudar de ares.
Fui com a família: marido, filhos (Amanda e Julio), meu pai e minha irmã. Todos precisavam deste tempo para se encontrar sem a mesma motivação dos últimos meses. A razão maior foi curtir o sol, a água maravilhosa do mar, da piscina e da chuva que lavou nossa alma. Estar ali sem compromisso, sem amarras, sem culpa, foi muito bom.
Amei as dunas, onde se tem a nítida sensação da nossa pequinês perto das maravilhas de Deus e amei o meu banho de descarrego: faziam mais de 12 meses que não entrava no mar (acho que nunca tinha ficado tanto tempo longe dele).
Retornar foi difícil. Eu não nasci para o frio: lá estava uma delícia de temperatura com a brisa te abraçando, fazendo carinho....
Depois, que mês de Junho é loucura: um evento atrás do outro.
E a verdade é que a saudade permanece - e permanecerá sempre - e é duro pensar em alguém que você tem certeza não verá mais. O tempo cura, mas enquanto isso...dói.
Vamos seguir.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
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