Ainda não esgotei minha Felicidade com esse amor comemorado.
Foram dias suaves, despreocupados e iluminados.
E são tantas as razões para isso que fica difícil digerir.
Sair da rotina é muito bom, mas quando se tem filhos, deixar a cabeça e o coração longe deles é impossível. A nossa atenção permaneceu aqui, mas com a ajuda e o apoio de pessoas queridas tudo fica mais fácil.
Mas o mais importante foi contar com a cooperação deles, meus filhos.
Não posso deixar de reconhecer que nós, pais, temos uma parcela nisso tudo, mas não fossem os filhos que temos, não seríamos o casal que somos - e vice-versa.
Se tem algo que agradeço a cada dia que acordo é a benção de tê-los comigo.
Nós fizemos a opção de ter filhos mas não tinhamos consciência do quanto isso traria para nossa vida. Sempre que pensávamos nisso, imaginávamos o quanto teríamos que dar a eles com atenção e carinho, cuidados e educação. Mas a verdade é que são eles os responsáveis pelo nosso crescimento em todos os aspectos. Nos apresentam um mundo novo a cada dia e nunca deixaremos de amá-los. O nosso amor, meu e do Luiz, proporcionou isso.
Sinto que estou em estado de graça.
Ainda por cima, o livro que me acompanhou nesta viagem foi "A Cabana" de William P. Young. Estou seguindo a indicação do "The Missy Project" e divulgando o livro. Seja a pessoa religiosa ou não (o livro não levanta bandeiras), é impossível não se comover e parar para pensar e avaliar o que lemos ali.
Meu pai já havia feito essa indicação, mas não imaginava o quão profundamente ele iria me tocar.
Pensei em toda a minha vida e como fui educada para ser como sou e em como tenho procurado educar meus filhos. É como quando vi "O Segredo": inconscientemente já fazíamos um monte de coisas que indicavam ali. Com a cabana, seguiu o mesmo.
Mas o mais legal é que veio confirmar a minha postura perante os assuntos divinos. Não vou entrar aqui em comentários, pois continuo achando que religião não se discute mas se vive. Só posso dizer que algo que aprendi há muito tempo, ainda na adolescência, num encontro de jovens, me veio à mente com toda a força: a casa de Deus somos nós mesmos, Ele está em nós e nós estamos sempre com Ele.
Por tudo isso, estou ainda comemorando. E sendo quem sou, penso que irei comemorar sempre, porque não é do meu feitio me lamentar. Vou seguir agradecendo sempre.
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